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domingo, 11 de julho de 2010

Ato falho


Não te digo nada
não, por não ter o que dizer
e sim porque não serão palavras
a justificarem meus atos.

Serão atos que modificarão nossas perspectivas.

Te admiro
te quero sempre por perto.
Agora mesmo já sinto a tua falta.

Desde o começo foi assim
desde que senti tua presença
não quis mais te deixar.

Já te pedi paciência demais.
Talvez sim.

As palavras meio que travam.
Elas existem?

Te peço desculpas.
Te quero.
Te quero muito.
Sinto não poder te querer tanto.
Só não te sinto mais aqui.