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domingo, 3 de abril de 2011

Noite a dentro

Platônico,
que consome ideias,
que estasia as noites
e abre portas, caminhos,
enche estantes.

Vontades não executadas
que fervem no mundo das [fantasias
e não me deixam calar teu [nome

Frio na barriga,
lábios na nuca,
palavras embriagadas,
embriagantes...

Palavras dela
noite calada, escura,
solitária como a lua
mas que melhora na tua companhia

Me deixa extremamente atônita com o olhar
(e com um medo...)

Meu medo é de que seja arrependimento,
quando na verdade estás alegre por me ver
e a espera que num olhar abra meu sorriso
e um coração palpitante...